Limpe a pele com álcool
Limpe bem a área com álcool para remover sujeira e resíduo. Esse passo garante uma superfície limpa para a pomada.


Guia do fabricante
Seis passos, do álcool à limpeza final. Depois, a ciência que explica por que cada um deles importa.
Aplique uma pequena quantidade numa área pequena, 24 horas antes, e veja se há qualquer reação. Recomendação do próprio fabricante.
Limpe bem a área com álcool para remover sujeira e resíduo. Esse passo garante uma superfície limpa para a pomada.

Com um instrumento esterilizado, raspe delicadamente o local do procedimento. Tira as células mortas e melhora a absorção.

Aplique uma camada espessa cobrindo toda a área. Massageie em movimentos circulares suaves para a pomada penetrar fundo.

Cubra a área com filme plástico. Ele cria a barreira que faz a pomada ser absorvida. É o passo que mais gente pula, e o que mais faz falta.

Passado o tempo da sua força, retire o filme com cuidado, sem arrastar a pomada pela pele.
Veja a tabela abaixo
Remova completamente a pomada com um pano limpo ou papel. Nenhum resíduo pode ficar, para não atrapalhar o procedimento.

Atalho do fabricante
Cubra o filme plástico com uma toalha quente, entre 50 °C e 60 °C, e mantenha por 5 a 10 minutos. A pele fica dormente em 20 a 25 minutos, em vez de esperar a pausa cheia.

Quanto tempo esperar
| Força | Pausa antes | Duração do efeito | Profundidade |
|---|---|---|---|
| 99,9% | 40 a 50 min | 4 a 5 h | Total |
| 90% | 40 a 50 min | 3 a 5 h | Total |
| 75% | cerca de 1 h | 3 a 4 h | Profunda |
| 55% | 15 a 25 min | 2 a 3 h | Média |
O que dá errado
É o erro mais comum. Sem o filme a pomada seca na superfície e não entra. O efeito cai pela metade.
Cada força tem a sua pausa. Retirar aos dez minutos uma 75% é jogar a bisnaga fora.
A camada tem que ser espessa e cobrir tudo. Pomada esfregada até sumir não anestesia.
O que sobra atrapalha a agulha e o pigmento. Limpe até não restar nada.
A ciência por trás
A pomada não "passa a dor". Ela impede que o nervo consiga mandar o aviso de dor para o cérebro, e se segura na pele o tempo suficiente para a sessão inteira acontecer.
O veículo cremoso da TKTX foi desenhado para atravessar a barreira da epiderme e levar os ativos até a derme profunda, que é onde a agulha realmente trabalha.
A lidocaína estabiliza a membrana dos neurônios e impede a entrada de íons de sódio. Sem sódio, o nervo não consegue disparar o sinal de dor.
A epinefrina contrai os vasos sanguíneos do local. Isso impede que o sangue "lave" o anestésico, e é o que mantém o efeito por horas em vez de minutos.
Três ativos que só funcionam bem juntos: um bloqueia, outro reforça o bloqueio, o terceiro segura os dois no lugar.
O anestésico principal. Impede o nervo de enviar o sinal de dor ao cérebro.
Trabalha junto com a lidocaína, aprofundando e prolongando o bloqueio.
Fecha os vasos do local. O anestésico fica onde foi aplicado, em vez de ser levado pela circulação.
A dor da tatuagem não acontece na superfície da pele. Acontece na derme, onde estão as terminações nervosas, e é até lá que a pomada precisa chegar.
Fica na epiderme. Adormece a superfície e dá a impressão de estar funcionando, até a agulha descer.
Atravessa a epiderme e alcança a derme profunda, onde a dor realmente nasce.
É comum a pele embranquecer onde a pomada foi aplicada. Não é reação ruim: é a epinefrina fechando os vasos do local, exatamente como deve. O branqueamento costuma ser o primeiro sinal de que o produto pegou.